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Hérnia discal L5-S1: como a Ariana passou de não poder conduzir a voltar a correr

Não conseguir dormir. Não conseguir conduzir. Não conseguir mover-se sem dor. A Ariana descreve esse período com uma frase curta: “a minha vida transformou-se numa dor constante”.

O diagnóstico era uma hérnia discal entre L5 e S1, o último espaço da coluna lombar e o que mais carga suporta. Quando o disco comprime a raiz nervosa que sai por ali, a dor deixa de ser apenas nas costas e desce pela perna, e as coisas do dia a dia — sentar-se ao volante, virar-se na cama — passam a ser o problema.

O fisioterapeuta Alfredo Olivera prescreveu-lhe um tratamento baseado na Bomba Diamagnética e em fisioterapia. Cinco meses depois, nas suas palavras: “estou a 100%, estou novamente a correr, a fazer exercício.”

Cinco meses, e essa é a parte importante

Fala-se muito de resultados rápidos, por isso vale a pena parar aqui: o caso da Ariana não se resolveu em três semanas. Foram cinco meses de tratamento constante até voltar a correr.

Uma hérnia que chegou ao ponto de impedir dormir e conduzir indica uma compressão importante, e o tecido nervoso tem os seus próprios tempos de recuperação, que não se aceleram à vontade. Prometer o contrário seria vender fumo.

Porquê Bomba Diamagnética e fisioterapia em conjunto

A Bomba Diamagnética atua sobre a inflamação à volta da raiz nervosa comprimida, que é a origem imediata da dor irradiada. Baixar essa inflamação é o que abre a porta ao passo seguinte.

Porque o disco não se recoloca sozinho: é preciso recuperar a musculatura que estabiliza a zona lombar e reeducar o movimento, e isso é trabalho de fisioterapia e de tempo. Voltar a correr não é o ponto de partida, é o fim de um processo.

Vive há meses com uma hérnia discal?

Se tem uma hérnia diagnosticada e a dor está a limitar o seu dia a dia, o primeiro passo é perceber o seu caso concreto: que nível está afetado, quanta compressão existe e que margem real há. Na Clínica Capón avaliamos isso antes de propor qualquer tratamento.

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