Uma hérnia discal num único nível já condiciona o dia a dia. Dois níveis afetados, e ainda por cima um trabalho que exige curvar-se, carregar peso e forçar constantemente a zona lombar, é outro nível de complicação.
José Luis López Somolinos chegou à Clínica Capón com o que ele próprio descreve como “um quadro bastante complicado de hérnias discais em L4-L5 e L5-S1”. Não era só a dor: José Luis trabalha como montador de cozinhas, uma profissão que depende diretamente da mobilidade e resistência da zona lombar. Qualquer limitação nas costas não era um problema abstrato, era uma ameaça direta à sua capacidade de continuar a trabalhar.
Por que dois níveis com hérnia mudam a abordagem
Quando a hérnia afeta dois segmentos lombares consecutivos — L4-L5 e L5-S1, a zona da coluna que suporta mais carga mecânica do corpo —, a abordagem não se pode limitar a aliviar a dor pontual. É preciso avaliar como os dois níveis interagem entre si e desenhar um tratamento que estabilize toda a zona.
Bomba Diamagnética e fisioterapia: o protocolo para hérnias em L4-L5 e L5-S1
Em hérnias que afetam os níveis baixos da coluna lombar, como L4-L5 e L5-S1, a Clínica Capón combina fisioterapia com Bomba Diamagnética, uma tecnologia que reduz a inflamação local e estimula a regeneração do tecido discal e das estruturas envolventes. O objetivo não é apenas reduzir a dor pontual, mas recuperar uma função completa — a que exige um trabalho de montagem e instalação, com cargas, posturas forçadas e movimento constante.
Na resposta pública da Clínica Capón à sua avaliação, o próprio centro confirma o resultado: José Luis recuperou a sua capacidade para desempenhar o seu trabalho como montador de cozinhas, sem limitações.
O seu trabalho exige esforço nas costas e tem uma hérnia discal?
Se o seu problema lombar não é só dor mas uma ameaça à sua capacidade de trabalhar, a abordagem deve ter isso em conta desde o primeiro dia. Na Clínica Capón avaliamos o seu caso de acordo com as exigências reais do seu dia a dia, não apenas com base numa ressonância.



